Programa de Extensão em Teatro ligado ao Departamento de Arte e Cultura da PREC. Contatos: nucleoteatro.ufpel@gmail.com
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
XXVIII SEURS - Seminário de Extensão Universitária da Região Sul
“...e o gato não comeu!!!” no mês de agosto
O primeiro, no dia 19 de agosto, o mais jovem, crianças de 0 a 5 anos na Escola Espaço Criança, onde nos preparamos e montamos a estrutura da peça na frente dos pequenos para diminuir a estranheza e o medo deles. Depois de muito choro co
Na tarde do sábado de 21 de agosto quem nos assistiu foram os professores tutores e pesquisadores do Curso á distância de Educação do Campo na Sala Preta do Curso de Teatro, onde além da apresentação, ministramos oficina de Jogos Teatrais e discutimos sobre Teatro na Educação e linguagens.
No dia 26 de agosto, o núcleo apresentou para uma média de 300 crianças na Escola Ferreira Viana no bairro Balsa, trocamos experiências com o grupo de teatro da Escola e nos divertimos muito com a platéia mais participativa do projeto.
Núcleo de Teatro abre vagas para novos integrantes
Envie para o e-mail nome, identidade, cpf, telefone para contato, número de matrícula, curso, semestre e porque você quer fazer parte do núcleo.
É obrigatório o uso de roupa de trabalho nos encontros.
O primeiro encontro acontecerá no dia 21 de setembro pontualmente ás 10h no Núcleo de Teatro, Andrade Neves 1149, ao lado do Senac.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Release do Espetáculo "...e o gato não comeu!!"
Um Espetáculo para Crianças entre 03 e 99 anos
Ficha técnica:
Espetáculo: "... e o gato não comeu!!"
Direção e texto: Adriano Moraes
Elenco: Andrey Rosa, Elias Pintanel, Martha Grill, Maurício Mezzomo, Maurício Rodrigues e Tai Fernandes
Figurinos: Marcelo Silva
Costura: Larissa Tavares
Produção: Núcleo de Teatro Universitário
Promoção: Departamento de Arte e Cultura
Mantenedora: Universidade Federal de Pelotas
Sede do Núcleo de Teatro da UFPel: Rua Andrade Neves, 1149 - Centro - Pelotas - RS
Telefone: +53 32285171
e-mail: ufpel.teatro@gmail.com
"... e o gato não comeu!!" é um espetáculo-jogo feito para crianças. O texto foi escrito em 1995 quando Adriano Moraes ministrava aulas de literatura e teatro para alunos do ensino fundamental. Reflete todo um universo em que os atores brincam com as palavras por meio do teatro. O espetáculo-jogo é regulado através da interação com os espectadores, as crianças. São elas, as crianças, as grandes responsáveis pelo andamento da ação dramática.
Os atores vivenciam uma gostosa aventura permeada por uma série de brincadeiras antigas e sempre novas: esconde-esconde, casinha, jogos de roda, trava-línguas, parlendas, enfim, uma aventura pelo mundo das brincadeiras tradicionais. A cada momento a platéia é convidada a participar: cantando, contando, gritando, etc.
Para rechear essa brincadeira-aventura os seguintes personagens: um gato vegetariano, um rato solitário, um gato francês cozinheiro, uma bruxinha escandalosa e um guri e uma guria.
Os figurinos, os adereços e o cenário traduzem um mundo de alegria e imaginação.
"... e o gato não comeu!!", espetáculo-jogo para crianças, é também um exercício de formação de platéia. Ao se mostrar como jogo, permite aos espectadores compreender o funcionamento mesmo da linguagem do teatro.
Informações Técnicas:
Duração do espetáculo: 40 minutos
Espaço Cênico: mínimo 16m2
Plano de iluminação: luz geral no espetáculo e na platéia
Tempo de montagem: 1h30m
Tempo de desmontagem: 1h
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Núcleo de Teatro da UFPel na UNIPAMPA.
Os alunos-bolsistas Elias Pintanel, Martha Grill, Maurício Rodrigues e Tai Fernandes se apresentaram no II Seminário de Capacitação Profissional: Formando a Identidade Unipampa que ocorreu nos dias 9, 10 e 11 de agosto de 2010 em Santana do Livramento - RS.Integrantes de todos os Camps da Universidade Federal do Pampa assistiram as três esquetes do Núcleo de Teatro da UFPel que divertiram e abordaram temas debatidos nos três dias de seminário.
Essa ação integra o projeto Escola Itinerante de Espectadores do PROEXT 09/10.

fotos Fabrício Marconquarta-feira, 4 de agosto de 2010
O Núcleo na rede.

Nossa viagem à Paranaguá-PR foi documentada pelo Jornal cultural E-Cult.
Confira a matéria na íntegra:
http://www.ecult.com.br/o-que-ler/nucleo-de-teatro-universitario-da-ufpel-se-apresenta-em-paranagua-pr/4178
terça-feira, 3 de agosto de 2010
I Seminário de Pedagogia a Distância de Paranaguá-PR
Na manhã do dia 17 de julho de 2010, com a presença de mais de 250 professoras (es) e alunas (os) do curso de Pedagogia a distância, o professor e coordenador do projeto, Adriano Moraes de Oliveira deu a palestra “Teatro e Imaginário” seguido pela apresentação da peça, de autoria do mesmo, “...e o gato não comeu!!!” que o núcleo vem trabalhando no decorrer desse semestre.

Durante a tarde os integrantes do núcleo ofereceram oficinas de teatro, abordando temas como contação de histórias, jogos teatrais na educação, espaço cênico na escola, expressão corporal e figurino. Além disso, também participaram das oficinas oferecidas pelas alunas do curso de Pedagogia à distância, que permeavam assuntos desde educação inclusiva, passando por educação pela paz até gestão escolar.

A experiência foi muito gratificante, deixando claro o valor da troca e a necessidade da contínua discussão sobre o tema educação.
Abaixo o parecer pessoal dos integrantes do núcleo de teatro UFPel sobre a viagem a Paranaguá.
Experiência em Paranaguá – PR
O núcleo de teatro da UFPel, projeto de extensão, foi convidado a apresentar seu espetáculo infantil: E o gato não comeu no Congresso da Pedagogia, EAD (ensino a distância) via UFPel.
Este espetáculo trata de brincadeiras criadas por crianças, que leva até os mais antigos a relembrarem sua infância. Também fomos encarregados de ministrar algumas oficinas de Teatro.
Achei muito interessante a oficina que participei no congresso: Inclusão na Educação, pois aprendi que é mais fácil do que parece incluir.
No Paraná, particularmente, o governo investe em materiais para incluir portadores de necessidades especiais. Tive contato nesta oficina com um deficiente visual, e percebi através de seu depoimento que na verdade é ele quem acaba ensinando aos professores. Já tendo sido rejeitado, não desistiu de estudar e busca ensinar aos professores métodos para sua aprendizagem.
Pude perceber que a educação está impregnada naquelas pessoas e em suas atitudes (na maioria delas pelo menos) e isso me fortalece a continuar em um curso de Licenciatura.
A idéia de que não há um ensinamento autoritário (de fora para dentro) e sim uma troca entre aluno e professor fica cada vez mais intensificado
BOAL, Augusto. Jogos para atores e não-atores.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro.
Também utilizei alguns outros jogos que aprendi no decorrer dos meus estudos teatrais.
Percebo também, aplicando tais jogos, que às vezes o que não é importante para mim, pode ser importante para o outro. Vi isso na primeira dinâmica que apresentei que o objetivo era fazer uma apresentação informal em forma de entrevista, ou seja, um entrevistava o outro e na segunda etapa deveria apresentá-lo ao grande grupo.
Fiquei muito feliz com os resultados da viagem, tanto do espetáculo que obviamente ainda deve ser melhorado, no sentido técnico, qualidade das ações físicas, qualidade vocal e etc., mas creio estarmos no caminho certo. Bem como o resultado da oficina, que ao ver minhas “alunas”, como assim denominaram-se, enviando-me e-mails, elogiando a oficina e com interesse em conhecer mais sobre teatro, vejo que pude plantar uma sementinha ali. Isso me deixa muito feliz, porque estudo e prático teatro como forma de vida, de educação e também de divertimento.
Sem falar na sensação de andar de avião, que é aproximar-se do divino. Observar a imensidão da vida, enfim. A hospitalidade das pessoas que conhecemos, o museu, as ruas e casas antigas, aliás, a cidade está completando mais de 360 anos então tem muitas belezas a serem contempladas.
O curso de Licenciatura em Teatro e principalmente o Núcleo de teatro tem-me aberto portas significativas, aos poucos estão aparecendo os resultados do nosso trabalho-estudo que só motivam ainda mais seguir neste caminho. Espero que as portas sigam abrindo-se, sem segredos.
Dois pensamentos perduram:
O conhecimento de meus limites;
As diferenças presentes em nosso cotidiano, mas que não nos separam.
O que ficou?
Vontade de estudar ainda mais.
Agora os estudos práticos começam a atingir novos rumos, isso me instiga ainda mais a criar, não apenas para ficar dentro de um espaço, mas para percorrer por espaços, lugares e cidades.
Agradeço muito ao nosso Mestre Adriano Morais e aos meus colegas, com os quais também aprendo muito.
Texto por Tai Fernandes.
Experiência em Paranaguá – PR
Mata Atlântica, bananeiras, muitas bananeiras, de um lado um paredão de rochas, do outro um precipício onde as nuvens deixavam a cargo da nossa imaginação inventar um fundo nesse abismo profundo; não levou mais de
Uma cidade maravilhosa, companhias agradáveis, viagem de avião, hotel confortável, boas refeições, absolutamente sem deixar nada a desejar e até um “gato” nunca antes tão espontâneo. Quando eu imaginaria em minha vida estar passando por momentos como estes proporcionados por meu próprio trabalho e esforço?
Nos olhos dos outros, percebo, por vezes, uma admiração com a rapidez que as coisas estão acontecendo comigo, afinal, estou cursando o primeiro semestre da faculdade, já faço parte de um projeto de extensão, acabo de ser contemplada com uma bolsa e já estou caindo na estrada com o teatro. Ok, tenho que concordar, nem eu seria capaz de imaginar uma possibilidade melhor dentro da realidade que estou inserida. Essa imersão no teatro não só me qualifica profissionalmente como me esclarece tantas das questões que me tiram o sono.
Era nesse cenário que duas vertentes de minhas idéias se digladiavam, de um lado a satisfação do aprendiz, do aluno ser sem luz, sendo iluminada pelas experiências vividas e de outro a insatisfação do real aproveitamento daquela vivência. A todos os momentos eu pensava: “é isso que eu quero para a minha vida, viver viajando, mostrando meu trabalho, trocando experiências, instigando as pessoas...” mas porque então a minha mente não relaxava e aproveitava a paisagem? Era como se eu estivesse jogando “é bom mas nem tanto” sozinha.
A vertente oposta a esse abrasileirado “sonho americano” era exatamente a possibilidade da continuidade dele uma vez que eu tivesse que andar com as minhas próprias pernas. Imagine essa mesma pessoa que vos escreve, formada, fora de uma instituição federal, sem qualquer apadrinhamento, cheia de conhecimento e vontades, conseguiria ela viajar o Brasil, o mundo com sua arte? Teria o apoio de sua pátria amada? Teria os ouvidos dos filhos desse solo?
Para Beuys, mestre da performance, as mudanças na estrutura social e política do mundo aconteceria somente a partir da arte. A história pessoal do artista transforma arte em política e política
Infindas Dialéticas humanas, achismos e achados à parte, mesmo ainda sem certezas, a principal lição que trago na mala, (lição essa tirada metade por coisas que gostei e a outra metade de coisas que não quero jamais repetir) é que a Educação é um dos pontos chaves para a solução de problemas que muitos artistas e profissionais em geral enfrentam na sua lida diária, e não só é como deve ser objeto de muita atenção e trabalho.
Amei a experiência e cada vez mais me orgulho de estar me tornando uma arte-educadora, quero mais!
Texto por Martha Grill.
Paranaguá
Relato do dia 17 de julho, sábado, no seminário de pedagogia da UAB...
O Hino de Paranaguá é uma musica animada.
A palestra do Adriano, nosso coordenador foi muito boa de ouvir, ele falava sobre educação usando como uma das principais referências, Paulo Freire .
Quanto à apresentação de “E O gato Não comeu”, me diverti mesmo atrás da cena, o tempo inteiro, ou quase; algumas coisas ainda precisam de mais ritmo, talvez. Quanto a minha atuação, senti mais necessidade de ações físicas diferentes, repeti muitas vezes o mesmo movimento, e poderia acrescentar mais algo ao texto.
A oficina foi rápida, tentei ser o mais dinâmico possível, acho que consegui envolver os participantes e fazer que “sacudissem o esqueleto”, ou quase, o resultado foi bom.
Um texto breve e objetivo desse dia.
Evoéros aos leitores do blog.
Texto por Maurício Mezzomo.